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Conhece o efeito submarino? Descubra o que é!


Felizmente, quando entramos num veículo, colocar o cinto de segurança é já um ato quase inconsciente, completamente enraizado nos nossos hábitos, quer enquanto condutores, quer como passageiros.

No entanto, perante este comportamento mecânico, será que estamos a colocar corretamente o cinto? Saiba tudo!

Embora pouco falado, o efeito submarino é real e comum e caracteriza-se por um efeito provocado pela má colocação do cinto, que pode trazer consequências letais. 

O efeito submarino ocorre quando o cinto de segurança não está corretamente colocado, permitindo que o corpo, perante um acidente, deslize para baixo. 

No caso de um impacto frontal ou uma travagem muito acentuada, se o cinto de segurança não tiver suficiente tensão ou o encosto do banco estiver muito reclinado – ambas as circunstâncias podem acontecer ao mesmo tempo – o corpo desliza para baixo do cinto de segurança, escapando por baixo do cinto. 

Perante este efeito, podemos sofrer lesões muito graves ou até mortais, já que a zona abdominal sofre muita pressão, afetando todos os órgãos vitais dessa parte do corpo. Adultos e crianças, independentemente do seu peso e altura, podem sofrer o efeito submarino. 

Contudo, é nas crianças que se deve prender o maior foco, já que estas não têm noção deste princípio. Tanto para crianças como para adultos, é importante lembrar que o cinto deve passar pelo centro da clavícula (entre o ombro e o pescoço) e o cinto horizontal por baixo do abdómen. 

No caso dos mais pequenos, com uma altura inferior a 150cm, devem ir obrigatoriamente sentados num sistema de retenção infantil adequado ao seu peso e tamanho. Este sistema posiciona a pélvis da criança cerca de 80mm mais acima, permitindo o correto ângulo de fixação do cinto de segurança à pélvis, evitando o risco de movimento por baixo do cinto. 

Uma vez colocado, deve verificar se o cinto não está torcido, preso ou enrolado em qualquer parte do seu percurso. Quando isto acontece, o cinto suporta o peso do corpo de forma insuficiente, tornando-se perigoso. 

Também é importante ter em conta que deve substituir os cintos após um acidente, já que estes podem ter perdido a sua eficácia e os sistemas de ancoragem podem até ter partido. 

A melhor posição para evitar o efeito submarino é que cada passageiro adote a forma de um “4”, ou seja, pernas e costas a 90 graus. Se as costas estão reclinadas, sem levantar as pernas, a figura “4” será desfigurada e aumentará o risco do efeito submarino em caso de acidente.


Conhecia o “efeito submarino”? Costuma reclinar o seu banco ou colocar o braço por baixo do cinto? Agora que já conhece este perigo, temos a certeza que terá mais cuidado!

A Insparedes deseja-lhe Boas Viagens!


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