Será que vale a pena comprar um carro a Diesel? Descubra com a Insparedes

Muitos clientes questionam-nos se vale, de facto, a pena, adquirir um carro a Diesel, tendo em conta não só o valor da viatura, mas a poupança que o diesel pode trazer para a sua carteira ao final do mês.

Assim, a Insparedes vem desmistificar o assunto, tirando-lhe a dúvida definitivamente…

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Muitos clientes questionam-nos se vale, de facto, a pena, adquirir um carro a Diesel, tendo em conta não só o valor da viatura, mas a poupança que o diesel pode trazer para a sua carteira ao final do mês. Assim, a Insparedes vem desmistificar o assunto, tirando-lhe a dúvida definitivamente.

Há bem poucos anos, os carros a diesel eram inquestionáveis, já que significavam a corrida à poupança, comparados com viaturas a gasolina, apesar de uma maior despesa na fatura na hora de adquirir um novo modelo.

Porém, existem variáveis a ter em conta para quem pense em adquirir, actualmente, um carro a diesel.

Descubra algumas razões que podem levar por terra a ideia de adquirir um carro movido a este combustível:

– Já este ano o teste de consumos e emissões WLTP (Teste Mundial Harmonizado de Veículos Ligeiros) irá substituir o NEDC (Novo Ciclo de Condução Europeu) – a partir de setembro para veículos novos e a partir do mesmo período de 2018 para todos os novos registos de veículos. As exigências do novo teste são maiores porque o aproxima muito mais das condições reais de utilização, com os consumos e emissões aferidos a serem naturalmente maiores que aqueles que hoje as marcas anunciam. Algo que irá obrigar estas a despenderem maiores recursos para cumprirem as novas metas – as emissões de C02 na Europa irão passar do limite médio de 130 g/km para os 95 g/km até 2021.

– Em 2014 foi introduzida a norma Euro 6, que balizava as emissões de Óxido de Azoto (NOx) nos 80 miligramas. Porém, o futuro irá trazer a norma Euro 6c, que, aliada ao RDE (Real Driving Emissions), irá ser particularmente mais rígida na análise às referidas emissões, devido ao facto de os testes serem mais próximos das condições reais de utilização.

– Juntando as novas normas que os veículos terão de cumprir, com emissões de C02 de 95 g/km, as normas de emissões Euro 6c e os novos e mais rígidos testes de homologação WLTP, para que o motor diesel as consiga respeitar, o seu custo de desenvolvimento irá subir grandemente, algo que não é do interesse das marcas, nem se justifica à luz da tendência atual. Para além de que o preço final do produto poderá já não ser atrativo para o cliente.

– Para que os motores diesel consigam respeitar as novas normas, os custos de produção e desenvolvimento poderão aumentar em cerca de 300€ por veículo, segundo um estudo da Goldman Sachs.

– Se os pontos anteriores ainda podem deixar algumas dúvidas no ar, há já quem seja taxativo nesta matéria. É o caso da Volvo, que através do seu diretor executivo, Håkan Samuelsson, anunciou em maio deste ano que, não só a marca não irá desenvolver uma nova geração de motorizações a diesel (irá apenas continuar a desenvolver a atual gama de motores diesel que foi lançada em 2013), como a partir de 2023 irá deixar de os produzir.

No entanto, a Insparedes relembra que independentemente do tipo de combustível que usa, pode poupar através de uma condução mais calma e sem arranques a fundo, preservando também a sua segurança e a dos outros!

Boas Viagens!

 

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